segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

E-mail Marketing: Como calcular o ROI - retorno de investimento?

Como calcular o ROI do e-mail marketing? (ROI - retorno de investimento)

E-mail marketing não é gratuito. É uma mídia, como outra qualquer, que exige investimentos para trazer o retorno desejado. Porém, o retorno gerado pelo e-mail marketing deve justificar seu custo, e muitas empresas acabam dedicando muito de seu tempo e de seus criativos para criar campanhas que têm um custo muito maior do que o retorno.

E, afinal, como calcular este retorno?

Ao contrário do que muitos podem pensar, calcular o ROI (Return on Investment) de qualquer campanha, inclusive de e-mail marketing, é simples. Basta utilizar a seguinte fórmula para obter o valor percentual:



Caso o modelo de negócios do site não seja do tipo “loja virtual”, que trabalhe com transações monetárias, é importante especificar um valor fictício para cada tipo de conversão, como uma nova visita ao site, um contato via formulário ou telefone etc. Certamente, um terá mais peso que o outro.

Os custos que devem ser considerados como valor de investimento na campanha dependem do tipo de negócio. A empresa que está investindo na campanha de e-mail marketing pode calcular o valor do investimento de acordo com o modelo de trabalho mais adequado para sua realidade:

1. Desenvolver toda a campanha in house, ou seja, ela própria cuida de todos os processos. Neste modelo, além de custos externos (aluguel de listas, plataforma de envio e o que mais for terceirizado) deve ser mensurado o tempo das pessoas envolvidas em todo o processo, como, por exemplo, o período que cada colaborador levou para realizar as suas atividades. O valor/hora de cada profissional envolvido na campanha também deve ser contabilizado nos cálculos do investimento.

2. Contratar uma agência, que fornece um valor fechado com todas as etapas inclusas: desde o planejamento até o aluguel de listas ou bases de dados, o design do e-mail, programação etc. Neste caso, o valor total cobrado pela agência para cuidar da campanha já é o valor do investimento.

Como as campanhas variam muito de acordo com as necessidades e expectativas de cada cliente, os custos podem variar.

Num exemplo prático, vamos supor que uma campanha de e-mail marketing de uma loja virtual tenha exigido um investimento total de R$1.000,00, entre aquisição de listas, plataforma de envio, design etc. Essa campanha gerou 20 conversões em compras de produtos no site. Cada compra foi de R$ 150,00. O valor total de conversões foi, portanto, de 20 x R$ 150,00 = R$ 3.000,00. Como o valor investido foi de R$ 1.000,00, temos um ROI de (R$ 3.000,00 - R$ 1.000,00) / R$1.000,00 = 2
2 * 100 = 200%.

Assim, nossa campanha fictícia teve um excelente retorno de 200%.
Ou podemos pensar, também, que cada uma das conversões (20) custaram R$50,00.

Nesse caso, o ROI começa a ser calculado desde a concepção da idéia, na fase do planejamento de uma ação. É possível mensurar o tempo das pessoas envolvidas em todo o processo como, por exemplo, o período que cada colaborador leva para realizar as suas atividades.

Dá para sofisticar bem o modelo, mas o exemplo acima já dá uma idéia de como trabalhar com o ROI!

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Fonte: Virtual Target

Microsoft oferece treinamento gratuito online para profissionais!

Durante esta semana desenvolvedores contarão com webcasts diárias sobre diferentes tecnologias, em um total de dez horas.

Por Redação da Computerworld
18 de janeiro de 2010 - 08h10


Nesta segunda-feira (18/1), as comunidades TechNet e MSDN da Microsoft abrem a Semana de Interoperabilidade. Profissionais de TI e desenvolvedores terão acesso gratuito a um total de dez horas de treinamento online. Serão dois webcasts diários sobre diferentes tecnologias, suas aplicações e interoperabilidade com plataformas open source. As transmissões online seguem até sexta-feira (22/1).

Os tradicionais canais de comunicação entre a empresa e a comunidade de profissionais e desenvolvedores tratarão temas como monitoramento de plataforma Unix/Linux, segurança em ambientes heterogêneos, produtividade e desenvolvimento de games multiplataforma em .Net, entre outros.

As inscrições podem ser feitas nos sites do TechNet e MSDN. Os conteúdos ficarão disponíveis para download nos portais do MSDN e Technet e é possível solicitar, via site, o recebimento do webcast por e-mail.

Confira abaixo a lista dos webcasts programados para toda a Semana de Interoperabilidade:

TechNet

18/1 - Autenticando o Windows no OpenLDAP e Linux no Active Directory
Horário: 12h

Palestrantes: Fabio Hara, Luciano Kadoya, Fernando Oliveira e Andre Ruschel
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439684&Culture=pt-BR

19/1 - Monitoramento de plataforma UNIX/Linux
Horário: 12h

Palestrantes: Rodrigo Dias, Ricardo Frois e Helio Panissa
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439686&Culture=pt-BR

20/1 - Microsoft e Linux em um ambiente mais seguro
Horário: 12h

Palestrantes: Rodrigo Immaginario e Alberto Oliveira
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439688&Culture=pt-BR

21/1 - Implantando BI estratégico a partir de bancos de dados OpenSource utilizando o SQL Server 2008
Horário: 12h

Palestrantes: Herleson Pontes e Luiz Pimenta
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439691&Culture=pt-BR

22/1 - Como obter maior produtividade de aplicações PHP com o IIS 7.5
Horário: 12h
Palestrantes: Pablo Weyne e Igor Humberto
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439694&Culture=pt-BR

MSDN

18/1 - O Projeto Mono: Aplicaçõs .NET para sistemas não Windows
Horário: 17h

Palestrante: Alessandro Binhara
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439615&Culture=pt-BR

19/1 - Moonlight : Silverlight para sistemas não Windows
Horário: 17h

Palestrante: Alessandro Binhara
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439617&Culture=pt-BR

20/1 - Desenvolvimento de games multi-plataforma com .NET
Horário: 17h

Palestrante: Alessandro Binhara
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439619&Culture=pt-BR

21/1 - Desenvolvendo aplicativos ASP.NET para Linux
Horário: 17h

Palestrante: Alessandro Binhara
Link para inscrição: http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032439621&Culture=pt-BR

22/1 (sexta-feira) · Trabalhando com IronPython
Horário: 17h
Palestrante: Alessandro Binhara

Original em UOL

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Desejamos a todos um ótimo 2010

A você cliente, parceiro e amigo,

Este ano de 2009 o Papai Noel foi muito generoso conosco, pois o maior presente que recebemos foi você e sua passagem por nossa empresa, sendo cliente ou não.

Queremos agradecê-lo por suas críticas construtivas, sugestões e elogios, que nos ajudaram a crescer ainda mais.

Elogios estes que nos fazem sentir e saber que estamos no caminho certo, de cada vez mais nos tornarmos uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil, diversificando cada vez mais nossa gama de serviços oferecidos.

A todos os clientes, parceiros e amigos um ótimo 2010, repleto de paz, saúde, prosperidade e amor.

Sucesso nos negócios e que todos os objetivos sejam alcançados.

http://www.agenciainterative.com.br/emark/natal/

Equipe Interative!

sábado, 26 de dezembro de 2009

Orkut deixa de ser sinônimo de rede social para brasileiros em 2009

Por Guilherme Felitti, do IDG Now!
Publicada em 24 de dezembro de 2009 às 07h00
Atualizada em 25 de dezembro de 2009 às 19h07


No ano em que o Orkut começou a gerar receita e foi reformulado, brasileiros descobrem que não é apenas pela rede do Google que podem socializar.
No mesmo ano em que virou fonte de receita e passou pela sua maior reformulação, o Orkut teve razões para começar a se preocupar: em 2009, os brasileiros perceberam que não é apenas pela rede social do Google que podem socializar online.

Não que qualquer rival da rede social do Google a ameaça em curto prazo: a adoção do Orkut entre os brasileiros é tão acachapante (nada menos que 75% dos internautas acessam o serviço) que é difícil imaginar outra rede tomando o posto de mais popular nos próximos anos.

Os números exemplificam a disparidade: o Orkut registrou 27,2 milhões de brasileiros em novembro deste ano, contra 8,8 milhões do Twitter e 7,1 milhões do Facebook e, os dois serviços online mais próximos em termos de penetração de mercado, segundo dados da consultoria Ibope Nielsen Online.

O crescimento de ambos os serviços – que começaram o ano com 589 mil e 274 mil usuários no Brasil, respectivamente – se apóia tanto no mercado internacional (onde o Facebook ultrapassou o MySpace e se tornou a maior rede social do mundo) como pela adoção do Twitter por canais de TV no País.

Até 2009, “rede social para o brasileiro era somente Orkut. E o ‘somente’ já é muita coisa”, afirma o analista do Ibope Nielsen Online, José Calazans, que traça sua teoria para explicar a atenção dividida do brasileiro.

“A influência veio de fora. Se Facebook e Twitter não tivessem crescido tanto lá fora, o Orkut ainda estaria reinando absoluto”, afirma ele.

O reinado absoluto citado por Calazans diz respeito ao imaginário popular, não à participação de mercado, algo em que o Orkut não deve ser ameaçado em curto prazo. “Veja a procura pelo novo Orkut”, exemplifica.

A reformulação foi o evento mais importante de um ano agitado para o Orkut, que terminou 2008 com seus primeiros experimentos para geração de receita – além dos anúncios colocados em comunidades e perfis, a operadora Oi custeou o primeiro skin para a rede social.

Anunciada em outubro, a reformulação do Orkut foi a aposta do Google para tornar a rede social mais rápida e, em médio prazo, levá-la a outros mercados além de Brasil, Índia e Paraguai, únicos países do mundo onde o Orkut é a rede mais usada.

> Álbum: confira imagens no novo Orkut

A principal mudança estava nos bastidores: a estrutura do Orkut foi refeita usando a tecnologia Google Web Toolkit, o que permitirá “diferentes usos futuros”, segundo o diretor de produtos do Google Brasil, Victor Ribeiro.

Usuários que conseguiram convites para o novo Orkut, antes de o Google anunciar que liberaria acesso a todos, poderiam notar a maior velocidade, um número maior de cores e alterações na publicação de conteúdo multimídia.

A polarização com Facebook
Durante o lançamento do novo Orkut, executivos do Google Brasil afirmaram o compromisso em levar a rede social para brigar no mercado internacional, sem citar o nome de quem seria seu principal rival: o Facebook.

De todos os rivais, é a rede social criada por Mark Zuckerberg quem deflagrou a campanha mais explícita para se aproveitar da popularidade do Orkut para ganhar mercado no Brasil.


Em maio, o Facebook estreou uma ferramenta de importação de contatos diretamente do Orkut, atualizada em setembro com um texto ainda mais direto: “Você tem uma conta do Orkut? Veja se seus amigos do Orkut já estão no Facebook”, afirmava o alerta.

Menos de um mês depois, o Google respondeu mudando a maneira como exportava os contatos dos usuários, algo explorado pelo Facebook: a nova exportação de contatos do Orkut não tinha e-mails, que dificultava a indicação de contatos em qualquer rede social

Em seis meses, o número de usuários do Facebook no Brasil saltou de 2,7 milhões em maio para 7,1 milhões em novembro, segundo o Ibope.

O crescimento foi dado como justificativa para que Zuckerberg viesse ao Brasil, fizesse um concurso entre programadores e aventasse a possibilidade de abrir uma operação nacional.

> O Facebook ameaça o Orkut no Brasil?

Ao contrário do Orkut, porém, o Facebook continua restrito a um público mais classes A e B, com integrantes “jovens de vinte e poucos anos e alta escolaridade”, segundo Calazans, o que sugere que a rede ainda não quebrou as barreiras para atingir uso em massa.

O analista, porém, adverte que o Brasil vem apresentando um crescimento orgânico na sua base de usuários do Facebook já em voga nos Estados Unidos: com ou sem cobertura da mídia, a rede social cresce alimentada por um interesse genuíno dos internautas, diz.

O assédios dos outros
Fora a movimentação do Facebook no Brasil e as respostas do Google para garantir a liderança folgada do Orkut, 2009 se notabilizou também pela alternância entre as operações de dois rivais no setor: MySpace e Sonico.

Montado em outubro de 2007, o escritório brasileiro do MySpace sucumbiu frente aos cortes internacionais promovidos pela Fox Interactive Media, divisão do conglomerado Fox que controla a rede social, para demitir dois terços dos funcionários em subsidiárias.

Em junho de 2009, o MySpace fechou sua operação nacional e passou ao escritório da Fox International Channels (FIC) a responsabilidade de gerenciar campanhas publicitárias e acordos de conteúdo ainda vigentes, como foi o caso com o portal iG.

Em dezembro, o executivo Túlio Magalhães assumiu o cargo de gerente de vendas publicitárias do MySpace no Brasil para comandar uma equipe comercial para o serviço, que deverá ser reformulado no País.

Enquanto o MySpace fechava seu escritório no Brasil, os argentinos do Sonico abriam uma subsidiária quatro meses depois tentando explorar a popularidade da rede social no País.

Alexandre de Freitas foi contratado como diretor geral do Sonico no Brasil em outubro para liderar escritório local, com 12 funcionários, em São Paulo que expandiria a atuação do serviço além da venda de publicidade.

A ousada estratégia de Freitas para fazer do Sonico o maior canal de relacionamento do País inclui perfis diferentes para o mesmo usuário (pessoal, profissional e privado), investimentos para atrair empresas, políticos e celebridades e soluções para gravadoras oferecerem conteúdo dentro da rede.

Segundo o Ibope Nielsen Online, tanto MySpace como Sonico ocupam uma faixa intermediária do mercado de rede sociais no Brasil, acumulando audiência semelhante: o primeiro teve 2,1 milhões de usuários e o segundo registrou 2,4 milhões de usuários em novembro de 2009.

Original em: UOL