Em minha opinião, o blog é a chave de tudo. Não é à toa que a Agência Interative mantém este blog corporativo. Embora não seja exatamente uma rede social e esteja mais paramídia social, um blog corporativo é parte fundamental de estratégias em redes sociais.
O blog não é como um jornal ou uma página institucional, e menos ainda coisa adolescente. Um blog tem opinião, tem liberdade de transitar entre assuntos e temas relevantes, não tem pauta obrigatória. Em um blog corporativo a sua empresa pode mostrar que tem conteúdo e pode falar com autoridade de tópicos relacionados ao seu negócio. E o mais importante, comunicar-se.
Um blog corporativo abrirá um canal de comunicação interssantíssimo com seus clientes e que se dará sobretudo nos comentários. Oras, não raro os comentários de um post (artigo de um blog) são mais ou tão importantes quanto o próprio post, porque neles o leitor pode dar sua opinião, apresentar novos pontos de vista, etc.
Verifiquei, em estudos internos, que um lead gerado através de um post de blog pode ser mais interessante até mesmo do que aqueles gerados através do Marketing de busca. Ou mesmo no caso de tráfego gerado através de sites de busca, quando um visitante lê o blog corporativo antes de entrar em contato revela-se um potencial cliente muito mais interessante.
Trata-se de um fato simplesmente lógico: o blog filtra o cliente menos relevante e potencializa aquele que já estava interessado em seu produto, porque sua empresa mostra autoridade no assunto e clientes querem comprar de quem oferece melhor relação custo/benefício.
Também pense no blog corporativo de sua empresa como uma seção onde você poderá atrair as visitas de outras redes sociais, como Facebook e Twitter. Nestes casos, ao indicar um link em uma dessas redes sociais, nada melhor do que o conteúdo relevante esteja em seu próprio site. Assim, seu blog torna-se um catalizador de clientes. Mas não que haja mal em indicar sites de terceiros, desde que você confie – ou mesmo uma página institucional, desde que relevante.
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Empresas: redes sociais podem trazer mais retorno do que anúncio publicitário
Imasters
É cada dia mais comum usarmos o termo "redes sociais". Está na boca de adolescentes e de empresários. Nas casas de cada um e nas corporações. Segundo dados do IBOPE//NetRatings, divulgados em junho deste ano, 18,5 milhões de pessoas navegaram em sites relacionados a comunidades durante o período da pesquisa. Se somados os fotologs, videologs e os mensageiros instantâneos, este número salta, em média, para 20,6 milhões de brasileiros que navegam pelas páginas de relacionamento on-line - um valor que representa cerca de 90% do total de usuários que acessam a Internet mensalmente.
Mas o que isso significa e por que esse conceito vem sendo freqüentemente utilizado? As redes sociais são formadas por indivíduos com interesses, valores e objetivos comuns para o compartilhamento de informações. A Internet é um dos grandes fomentadores para a formação de redes, já que elas proporcionam o encontro de pessoas, independente de tempo e espaço.
Essas redes sociais on-line são criadas a partir de sites de networking como o Orkut, um dos principais tipos de ferramenta de mídias sociais. Elas envolvem diversas atividades que integram tecnologia, interação social e a construção de palavras, fotos, vídeos e áudios. A forma como a informação é apresentada depende das diferentes perspectivas da pessoa que compartilhou o conteúdo, podendo ter vários tipos como fóruns de Internet, weblogs, wikis, podcasts, fotos e vídeos.
Todas essas formas de transmitir informação geram uma interação que se contrapõe aos convencionais meios de comunicação como televisão, rádio ou jornais. Isso se dá porque os próprios usuários são os responsáveis pelo conteúdo, que pode ser postado, compartilhado, comentado ou até mesmo alterado por outras pessoas.
De fato o Orkut foi um divisor de águas na difusão das `redes sociais` no Brasil. Hoje, sites como Flickr, Facebook, YouTube, Second Life e muitos outros são exemplos de seguimento desse conceito, cuja receita de sucesso está na utilização de ferramentas fáceis, arquitetura participativa e liberdade de comunicação.
As mídias sociais e as empresas
Tão importante quanto entender o conceito é saber como usar as mídias sociais. Há pouco tempo, empresas descobriram que uma comunidade no Orkut, por exemplo, pode ser mais eficaz do que um anúncio para difundir a sua marca. Ou que um vídeo espalhado viralmente no YouTube pode gerar resultados impressionantes.
Ações como essas estão baseadas nos resultados de estudos como o Edelman Trust Barometer. A pesquisa busca entender como as pessoas formam suas opiniões hoje. O resultado indicou que os entrevistados confiam mais em seus pares do que em especialistas ou em acadêmicos. Daí a força das redes sociais para motivar a tomada de decisões. Reforçando esta constatação, de acordo com o levantamento do IBOPE/NetRatings, campanhas on-line partindo de blogs ou outras redes sociais podem ter impacto 500 vezes maior do que as feitas a partir dos sites das próprias empresas.
Tudo isso evidencia que a utilização de mídias sociais já não é mais uma simples tendência. Por isso, empresas estão investindo em profissionais que entendam desse tipo de comunicação e que vivam realmente essa realidade. Não adianta apenas participar de fóruns, colocar vídeos na rede ou criar blogs corporativos. É fundamental que a equipe inteira acompanhe esse movimento que está revolucionando a forma de se comunicar.
* Artigo feito com a colaboração de Juliano Spyer, autor do livro Conectado - O que a internet fez com você e o que você pode fazer com ela, lançado em 2007 pela editora Jorge Zahar, e especialista e responsável por mídias sociais na Talk - comunicação interativa.
Original em: Imasters
É cada dia mais comum usarmos o termo "redes sociais". Está na boca de adolescentes e de empresários. Nas casas de cada um e nas corporações. Segundo dados do IBOPE//NetRatings, divulgados em junho deste ano, 18,5 milhões de pessoas navegaram em sites relacionados a comunidades durante o período da pesquisa. Se somados os fotologs, videologs e os mensageiros instantâneos, este número salta, em média, para 20,6 milhões de brasileiros que navegam pelas páginas de relacionamento on-line - um valor que representa cerca de 90% do total de usuários que acessam a Internet mensalmente.
Mas o que isso significa e por que esse conceito vem sendo freqüentemente utilizado? As redes sociais são formadas por indivíduos com interesses, valores e objetivos comuns para o compartilhamento de informações. A Internet é um dos grandes fomentadores para a formação de redes, já que elas proporcionam o encontro de pessoas, independente de tempo e espaço.
Essas redes sociais on-line são criadas a partir de sites de networking como o Orkut, um dos principais tipos de ferramenta de mídias sociais. Elas envolvem diversas atividades que integram tecnologia, interação social e a construção de palavras, fotos, vídeos e áudios. A forma como a informação é apresentada depende das diferentes perspectivas da pessoa que compartilhou o conteúdo, podendo ter vários tipos como fóruns de Internet, weblogs, wikis, podcasts, fotos e vídeos.
Todas essas formas de transmitir informação geram uma interação que se contrapõe aos convencionais meios de comunicação como televisão, rádio ou jornais. Isso se dá porque os próprios usuários são os responsáveis pelo conteúdo, que pode ser postado, compartilhado, comentado ou até mesmo alterado por outras pessoas.
De fato o Orkut foi um divisor de águas na difusão das `redes sociais` no Brasil. Hoje, sites como Flickr, Facebook, YouTube, Second Life e muitos outros são exemplos de seguimento desse conceito, cuja receita de sucesso está na utilização de ferramentas fáceis, arquitetura participativa e liberdade de comunicação.
As mídias sociais e as empresas
Tão importante quanto entender o conceito é saber como usar as mídias sociais. Há pouco tempo, empresas descobriram que uma comunidade no Orkut, por exemplo, pode ser mais eficaz do que um anúncio para difundir a sua marca. Ou que um vídeo espalhado viralmente no YouTube pode gerar resultados impressionantes.
Ações como essas estão baseadas nos resultados de estudos como o Edelman Trust Barometer. A pesquisa busca entender como as pessoas formam suas opiniões hoje. O resultado indicou que os entrevistados confiam mais em seus pares do que em especialistas ou em acadêmicos. Daí a força das redes sociais para motivar a tomada de decisões. Reforçando esta constatação, de acordo com o levantamento do IBOPE/NetRatings, campanhas on-line partindo de blogs ou outras redes sociais podem ter impacto 500 vezes maior do que as feitas a partir dos sites das próprias empresas.
Tudo isso evidencia que a utilização de mídias sociais já não é mais uma simples tendência. Por isso, empresas estão investindo em profissionais que entendam desse tipo de comunicação e que vivam realmente essa realidade. Não adianta apenas participar de fóruns, colocar vídeos na rede ou criar blogs corporativos. É fundamental que a equipe inteira acompanhe esse movimento que está revolucionando a forma de se comunicar.
* Artigo feito com a colaboração de Juliano Spyer, autor do livro Conectado - O que a internet fez com você e o que você pode fazer com ela, lançado em 2007 pela editora Jorge Zahar, e especialista e responsável por mídias sociais na Talk - comunicação interativa.
Original em: Imasters
terça-feira, 27 de julho de 2010
Brasil é 5º país com maior número de internautas, diz pesquisa
Da Redação do UOL Técnologia
O Brasil é o quinto país com o maior número de internautas do mundo, segundo um levantamento feito pelo site Royal Pingdom. De acordo com a pesquisa, -- divulgada nesta terça-feira (27) e que reúne informações dos países com o maior número de pessoas que acessam a rede -- no país há 72 milhões de usuários de internet.
Os primeiros lugares são ocupados por China (420 milhões), Estados Unidos (234,4 milhões), Japão (99,1 milhões) e Índia (81 milhões).
Baseado nos dados do Internet World Stats – site que reúne informações relacionadas à internet –, a pesquisa ainda informa que há 1,8 bilhão de usuários da internet no mundo, ou seja, um pouco mais de um sexto da população da Terra. Porém, 1,6 bilhão de usuários estão concentrados nos dez países com o maior número de usuários, o que mostra certa desigualdade no acesso à rede.
O levantamento foi baseado apenas em números absolutos. No entanto, os países com maior penetração na rede, ou seja, porcentagem da população que acessa a internet são Reino Unido (82,5%), Coreia do Sul (81,8%), Alemanha (79,1%), Japão (78,2%) e Estados Unidos (76,3%).
Usuários da internet x População
Para mostrar como o acesso à rede, mesmo em países populosos, é relativo, a pesquisa comparou a quantidade de usuários da internet com o número de habitantes do país. No Brasil, por exemplo, dos 198,7 milhões de habitantes, 72 milhões são internautas – quase um terço dos brasileiros acessa a rede.
A pesquisa do site Royal Pingdom aponta um grande potencial de crescimento em países em desenvolvimento como Índia, China, Brasil, Vietnã, Filipinas e Rússia. “À medida que a penetração da internet nesses países crescerem, haverá uma mudança no ponto de equilíbrio da rede”. A tendência é que a ordem dos países com o maior número de internautas seja bastante diferente da que se tem hoje nos próximos dez anos.
Países com o maior número de internautas do mundo
1º: China - 420 milhões
2º: EUA - 234,4 milhões
3º: Japão - 99,1 milhões
4º: Índia - 81 milhões
5º: Brasil - 72 milhões
6º: Alemanha - 65,1 milhões
7º: Rússia - 59,7 milhões
8º: Reino Unido - 51,4 milhões
9º: França - 44,6 milhões
10º: Nigéria - 44 milhões
Original em UOL
O Brasil é o quinto país com o maior número de internautas do mundo, segundo um levantamento feito pelo site Royal Pingdom. De acordo com a pesquisa, -- divulgada nesta terça-feira (27) e que reúne informações dos países com o maior número de pessoas que acessam a rede -- no país há 72 milhões de usuários de internet.
Os primeiros lugares são ocupados por China (420 milhões), Estados Unidos (234,4 milhões), Japão (99,1 milhões) e Índia (81 milhões).
Baseado nos dados do Internet World Stats – site que reúne informações relacionadas à internet –, a pesquisa ainda informa que há 1,8 bilhão de usuários da internet no mundo, ou seja, um pouco mais de um sexto da população da Terra. Porém, 1,6 bilhão de usuários estão concentrados nos dez países com o maior número de usuários, o que mostra certa desigualdade no acesso à rede.
O levantamento foi baseado apenas em números absolutos. No entanto, os países com maior penetração na rede, ou seja, porcentagem da população que acessa a internet são Reino Unido (82,5%), Coreia do Sul (81,8%), Alemanha (79,1%), Japão (78,2%) e Estados Unidos (76,3%).
Usuários da internet x População
Para mostrar como o acesso à rede, mesmo em países populosos, é relativo, a pesquisa comparou a quantidade de usuários da internet com o número de habitantes do país. No Brasil, por exemplo, dos 198,7 milhões de habitantes, 72 milhões são internautas – quase um terço dos brasileiros acessa a rede.
A pesquisa do site Royal Pingdom aponta um grande potencial de crescimento em países em desenvolvimento como Índia, China, Brasil, Vietnã, Filipinas e Rússia. “À medida que a penetração da internet nesses países crescerem, haverá uma mudança no ponto de equilíbrio da rede”. A tendência é que a ordem dos países com o maior número de internautas seja bastante diferente da que se tem hoje nos próximos dez anos.
Países com o maior número de internautas do mundo
1º: China - 420 milhões
2º: EUA - 234,4 milhões
3º: Japão - 99,1 milhões
4º: Índia - 81 milhões
5º: Brasil - 72 milhões
6º: Alemanha - 65,1 milhões
7º: Rússia - 59,7 milhões
8º: Reino Unido - 51,4 milhões
9º: França - 44,6 milhões
10º: Nigéria - 44 milhões
Original em UOL
Anatel proíbe que operadoras façam venda casada de telefonia e banda larga
Por Redação do IDG Now!*
Publicada em 27 de julho de 2010 às 20h14
De acordo com comunicado da Agência, operadoras também não podem usar o preço da banda larga como forma de forçar a venda de pacotes.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou nota nesta terça-feira (27/07) em que proíbe a prática da venda casada de banda larga, entre outras práticas.
Segundo o comunicado da agência, o superintendente de Serviços Privados interino adotou “medidas acautelatórias” contra Brasil Telecom (do Grupo Oi), Companhia de Telecomunicações do Brasil Central (CTBC), Global Village Telecom Ltda. (GVT), Telemar Norte Leste S/A (Oi) e Telecomunicações de São Paulo S/A (Telesp; Telefônica), determinando que sejam interrompidas práticas como venda casada do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM, licença que permite oferecer banda larga) com outros serviços de telecomunicações, inclusive o de telefonia fixa (STFC).
As outras medidas são contra condicionamento de vantagens para o assinante do SCM mediante contratação de linha fixa (STFC) ou de outros serviços, salvo em promoções; ônus excessivos ao interessado na contratação da banda larga quando comparado à oferta em conjunto com outros serviços, forçando venda casada.
Além disso, o uso do preço da banda larga (SCM) “como mecanismo de recusa de oferta do serviço em separado, inclusive a fixação de preço do serviço em separado em valor superior à oferta conjunta de menor preço contendo SCM de características semelhantes” também foi vetado.
A Anatel diz que as medidas "não têm a intenção de restringir a liberdade de preços praticados pelas autorizadas, uma vez que o Serviço de Comunicação Multimídia é prestado em regime privado".
Original em UOL
Publicada em 27 de julho de 2010 às 20h14
De acordo com comunicado da Agência, operadoras também não podem usar o preço da banda larga como forma de forçar a venda de pacotes.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou nota nesta terça-feira (27/07) em que proíbe a prática da venda casada de banda larga, entre outras práticas.
Segundo o comunicado da agência, o superintendente de Serviços Privados interino adotou “medidas acautelatórias” contra Brasil Telecom (do Grupo Oi), Companhia de Telecomunicações do Brasil Central (CTBC), Global Village Telecom Ltda. (GVT), Telemar Norte Leste S/A (Oi) e Telecomunicações de São Paulo S/A (Telesp; Telefônica), determinando que sejam interrompidas práticas como venda casada do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM, licença que permite oferecer banda larga) com outros serviços de telecomunicações, inclusive o de telefonia fixa (STFC).
As outras medidas são contra condicionamento de vantagens para o assinante do SCM mediante contratação de linha fixa (STFC) ou de outros serviços, salvo em promoções; ônus excessivos ao interessado na contratação da banda larga quando comparado à oferta em conjunto com outros serviços, forçando venda casada.
Além disso, o uso do preço da banda larga (SCM) “como mecanismo de recusa de oferta do serviço em separado, inclusive a fixação de preço do serviço em separado em valor superior à oferta conjunta de menor preço contendo SCM de características semelhantes” também foi vetado.
A Anatel diz que as medidas "não têm a intenção de restringir a liberdade de preços praticados pelas autorizadas, uma vez que o Serviço de Comunicação Multimídia é prestado em regime privado".
Original em UOL
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